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	<title>Certificação Energética &#8211; Eneo</title>
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	<description>Certificações energéticas</description>
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	<title>Certificação Energética &#8211; Eneo</title>
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	<item>
		<title>Governo dá apoio de 7500€ para projetos de eficiência energética</title>
		<link>https://eneo.pt/2021/06/14/governo-da-apoio-de-7500e-para-projetos-de-eficiencia-energetica/</link>
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				<pubDate>Mon, 14 Jun 2021 10:09:56 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Certificação Energética]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Apoio de 70% do valor das obras para melhorar eficiência energética de casas com construção anterior a 2006   Arrancou no passado 7 de setembro uma nova medida de apoio do Governo para quem pretender melhorar a eficiência energética das suas casas, desde que estas sejam anteriores ao ano de 2006! Apoio para projetos de</p>
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<h4 class="field-news-standfirst"><strong>Apoio de 70% do valor das obras para melhorar eficiência energética de casas com construção anterior a 2006</strong></h4>
<p> </p>
<p style="text-align: left;">Arrancou no passado 7 de setembro uma nova medida de apoio do Governo para quem pretender melhorar a eficiência energética das suas casas, desde que estas sejam anteriores ao ano de 2006!</p>
<h4><strong>Apoio para projetos de eficiência energética</strong></h4>
<p> </p>
<p> </p>
<p>O programa vai apoiar até 70% das despesas que tenha com a casa, sendo que o máximo atribuível a cada habitação é de 7500€. De entre as pequenas obras que possa fazer e depois candidatar-se ao apoio, estão disponíveis:</p>
<ul>
<li>Colocação de <a href="https://www.portal-energia.com/transforme-a-sua-casa-e-torne-a-eficiente/">janelas mais eficientes</a></li>
<li>Isolamento térmico com materiais reutilizados</li>
<li>Sistema de aquecimento/arrefecimento de ambiente ou de águas quentes com fonte renovável</li>
<li>Instalação de caldeiras elétricas</li>
<li>Instalação de <a href="https://www.portal-energia.com/paineis-solares-mais-eficientes/">painéis fotovoltaicos</a></li>
</ul>
<p>Mas atenção, apenas disponível para casas anteriores a 2006 e apenas é comparticipado 70% do valor das obras, com limites por tipo de melhoria.</p>
<p>Este apoio para melhorar a eficiência energética das casas encontra-se detalhado no site do <a href="https://www.fundoambiental.pt/">Fundo Ambiental</a>, com o objetivo de “<em>melhorar a eficiência energética das casas e fomentar a atividade económica</em>”.</p>
<h4><strong>Total de apoios para melhorar a eficiência energética das casas</strong></h4>
<p>Como já referido, o Governo irá comparticipar 70% das despesas que ajudem a melhorar a eficiência energética das casas, mas nunca num valor superior a 7500 euros por habitação.</p>
<p>É um programa que vai decorrer até final de 2021, num total de 4,5milhões de euros. Sendo que até final de 2020 estarão disponíveis 1.5 milhões e os restantes 3 milhões de euros no decorrer do ano de 2021. Mais, cada proprietário pode submeter duas frações ao programa, num total de 15 mil euros!</p>
<p>O Ministro do Ambiente falou sobre o programa “<em>é uma forma muito simples de as pessoas terem um duplo ganho: um apoio direto às obras que fazem e um apoio que acaba por se traduzir numa <a href="https://www.portal-energia.com/saber-ler-fatura-eletricidade/">fatura elétrica</a> ou de gás mais baixa. E também um ganho público porque temos mesmo de ser mais eficientes na energia que consumimos no país e esse é um objetivo do Governo</em>”.</p>
<p>Apenas é vocacionado a habitações de construção anterior a 2006… “<em>Não estamos necessariamente a falar de casas velhas, uma casa com 14 anos pode estar e estará certamente em ótimas condições, mas estamos a falar de um parque edificado aproximadamente de três milhões de frações que não foi construído com esta preocupação de eficiência energética</em>”, disse o Ministro.</p>
<h4><strong>Programa melhoria de eficiência energética das casas anteriores a 2006</strong></h4>
<p>O programa é dedicado a privados, proprietários de casas habitadas… sendo que estas obras se fazem em pouco mais de um mês ou dois. Mas os benefícios são duradouros!</p>
<p>Como concorrer ao programa de melhoria de eficiência energética das casas anteriores a 2006? Segundo o ministro é simples… “<em>Mais simples não há: faça-se a obra, envie-se a fatura e o dinheiro muito rapidamente será creditado para assim fazer perceber às pessoas que a sustentabilidade energética é também uma forma de poupar dinheiro</em>”.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-21293 size-full" title="Projetos apoiados pelo Fundo Ambiental" src="https://www.portal-energia.com/wp-content/uploadsthumbs/efici%C3%AAncia-energ%C3%A9tica-casas-anteriores-2006.jpg" sizes="(max-width: 744px) 100vw, 744px" srcset="https://www.portal-energia.com/wp-content/uploadsthumbs/eficiência-energética-casas-anteriores-2006.jpg 744w, https://www.portal-energia.com/wp-content/uploadsthumbs/eficiência-energética-casas-anteriores-2006-696x672.jpg 696w, https://www.portal-energia.com/wp-content/uploadsthumbs/eficiência-energética-casas-anteriores-2006-435x420.jpg 435w" alt="Projetos apoiados pelo Fundo Ambiental" width="744" height="718" /></p>
<h4><strong>Tabela das comparticipações para melhorar a eficiência energética das casas anteriores a 2006</strong></h4>
<table width="0">
<tbody>
<tr>
<td width="269"><strong>Medida</strong></td>
<td width="78"><strong>Custo*</strong></td>
<td width="58"><strong>70%*</strong></td>
<td width="115"><strong>Incentivo*</strong></td>
<td width="94"><strong>Despesa*</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="269"><strong>2 Janelas Eficientes classe A+</strong></td>
<td width="78">2.600</td>
<td width="58">1.820</td>
<td width="115">1.500</td>
<td width="94">1.100</td>
</tr>
<tr>
<td width="269"><strong>1 Bomba de calor classe A+</strong></td>
<td width="78">3.000</td>
<td width="58">2.100</td>
<td width="115">2.100</td>
<td width="94">900</td>
</tr>
<tr>
<td width="269"><strong>Painéis fotovoltaicos</strong></td>
<td width="78">3.500</td>
<td width="58">2.450</td>
<td width="115">2.450</td>
<td width="94">1.050</td>
</tr>
<tr>
<td width="269"><strong>TOTAL</strong></td>
<td width="78"><strong>9.100</strong></td>
<td width="58"><strong> </strong></td>
<td width="115"><strong>6.050</strong></td>
<td width="94"><strong>3.050</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>*Valores em €</p>
<p><img class="alignnone wp-image-21292 size-full" title="Processo de Candidatura - Fundo Ambiental" src="https://www.portal-energia.com/wp-content/uploadsthumbs/como-funciona-efici%C3%AAncia-energ%C3%A9tica-casas-anteriores-2006.jpg" sizes="(max-width: 744px) 100vw, 744px" srcset="https://www.portal-energia.com/wp-content/uploadsthumbs/como-funciona-eficiência-energética-casas-anteriores-2006.jpg 744w, https://www.portal-energia.com/wp-content/uploadsthumbs/como-funciona-eficiência-energética-casas-anteriores-2006-696x326.jpg 696w, https://www.portal-energia.com/wp-content/uploadsthumbs/como-funciona-eficiência-energética-casas-anteriores-2006-741x348.jpg 741w" alt="Processo de Candidatura - Fundo Ambiental" width="744" height="348" /></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</section>
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<p> </p>
<p> </p>
<h4><strong>Documentação exigida para melhorar a eficiência energética</strong></h4>
<p><strong>Beneficiário</strong></p>
<ul>
<li>N.º Cartão cidadão ou BI</li>
<li>Certidão de não dívida à AT ou autorização consulta</li>
<li>Certidão de não dívida à SS ou autorização consulta</li>
<li>NIB</li>
</ul>
<p><strong>Edifício</strong></p>
<ul>
<li>Certificado energético, quando aplicável</li>
<li>Caderneta predial</li>
<li>Licença de habitação</li>
<li>Recibo</li>
<li>Evidência fotográfica intervenção (antes e depois)</li>
</ul>
<p><strong>Projeto</strong></p>
<ul>
<li>Etiqueta energética classe +</li>
<li>Etiqueta energética sistema</li>
<li>Certificado técnicos instaladores</li>
<li>Certificação ANQUIP</li>
<li>Certificação ou rótulo relativo aos ecomateriais</li>
</ul>
<p>Fonte: <a href="_wp_link_placeholder" data-wplink-edit="true">https://www.portal-energia.com/</a></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</section>

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							</item>
		<item>
		<title>Casas mais eficientes: verba reforçada em quatro milhões em 2021 e novos apoios à vista</title>
		<link>https://eneo.pt/2021/05/11/casas-mais-eficientes-verba-reforcada-em-quatro-milhoes-em-2021-e-novos-apoios-a-vista/</link>
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				<pubDate>Tue, 11 May 2021 16:54:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[eneo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Certificação Energética]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Em março serão abertas as candidaturas a um novo programa, com montantes provenientes do Plano de Recuperação e Resiliência.   O Governo tinha 4,5 milhões de euros para dar a quem quisesse fazer pequenas obras em casa para torná-la energeticamente mais eficiente, no âmbito do programa “Edifícios + Sustentáveis”. Mas ano passado, esgotou-se por completo o plafond, e o ministério do Ambiente e</p>
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<h4 class="field-news-standfirst"><strong>Em março serão abertas as candidaturas a um novo programa, com montantes provenientes do Plano de Recuperação e Resiliência.</strong></h4>
<p> </p>
<p style="text-align: left;">O Governo tinha<strong> 4,5 milhões de euros</strong> para dar a quem quisesse fazer pequenas <strong>obras em casa</strong> para torná-la energeticamente mais eficiente, no âmbito do programa <a href="https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2020/09/02/44470-obras-em-casa-tudo-sobre-os-novos-apoios-que-o-governo-vai-dar-para-tornar-imoveis">“Edifícios + Sustentáveis”.</a> Mas ano passado, <strong>esgotou-se por completo o plafond,</strong> e o ministério do Ambiente e da Ação Climática já veio dizer que o programa contará com um reforço de quatro milhões de euros de verba e que serão apoiadas todas as candidaturas entregues até 31 de dezembro.</p>
<p><a class="ext" href="https://www.portugal.gov.pt/pt/gc22/comunicacao/comunicado?i=fundo-ambiental-executa-999-das-verbas-em-2020" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Em comunicado</a>, o Governo detalha que, no âmbito do programa, concluído a 31 de dezembro por esgotamento da verba, foram recebidas 6.996 candidaturas. Destas, 890 foram pagas já em 2020, correspondendo a 1,75 milhões de euros.  Adiantou ainda, de resto, que “todas as candidaturas submetidas até 31 de dezembro (desde que validadas de acordo com as regras do Programa), serão apoiadas através do reforço de verba do Fundo Ambiental para este programa, que se estima ser de <strong>quatro milhões</strong> de euros”.</p>
<p>Recorde-se que a <strong>taxa de comparticipação das intervenções é de 70%</strong>, até ao valor limite estabelecido para cada tipologia de projeto, e cada candidato está limitado a um incentivo total máximo de 15.000 euros, sendo o limite máximo por edifício unifamiliar ou fração autónoma de 7.500 euros. </p>
<h4><strong>Mais apoios para casas eficientes</strong></h4>
<p>O Governo deverá abrir em breve as candidaturas para o novo programa de eficiência energética das habitações. As candidaturas serão reabertas no <strong>início de março de 2021,</strong> contando já com montantes provenientes do Plano de Recuperação e Resiliência.</p>
<p>“As despesas em que tenham incorrido os interessados em concorrer, a partir de 1 de janeiro, serão elegíveis ao abrigo do novo programa, razão pela qual deverão guardar as faturas/recibos relacionadas com essas despesas”, </p>
<p> </p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</section>
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<p>Fonte: https://www.idealista.pt/</p>
</div>
</div>
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</div>
</section>

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		<item>
		<title>REN já emite garantias de origem “made in Portugal” para a energia verde</title>
		<link>https://eneo.pt/2020/07/06/ren-ja-emite-garantias-de-origem-made-in-portugal-para-a-energia-verde/</link>
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				<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 11:58:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[eneo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Certificação Energética]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>São já 150 as empresas que pediram a inscrição no sistema nacional de garantias de origem para energia renovável. Na produção estão abrangidos 7000 MW de potência instalada, 50% do total. A REN – Redes Energéticas Nacionais anunciou esta terça-feira a realização da sua primeira emissão de garantias de origem, que certificam energia elétrica produzida em Portugal a</p>
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<p class="entry__lead"><strong>São já 150 as empresas que pediram a inscrição no sistema nacional de garantias de origem para energia renovável. Na produção estão abrangidos 7000 MW de potência instalada, 50% do total.</strong></p>
<p>A <a href="https://www.ren.pt/">REN</a> – Redes Energéticas Nacionais anunciou esta terça-feira a realização da sua <strong>primeira emissão de garantias de origem, que certificam energia elétrica produzida em Portugal a partir de fontes de energia renováveis.</strong> De acordo com a empresa, em comunicado, <strong>até ao momento são já 150 as empresas que </strong><strong>solicitaram o pedido de inscrição</strong>, encontrando-se já registadas ou em fase de conclusão do processo aproximadamente 80, incluindo produtores, comercializadores e brokers.</p>
<p>No que diz respeito às instalações de produção, foi solicitado o registo para 330 instalações, tendo 87 delas já concluído o processo, totalizando aproximadamente <strong>7000 MW de potência instalada, o que corresponde a cerca de 50% da potência total sujeita à emissão de garantias de origem</strong> — documentos eletrónicos que certificam aos consumidores que a energia que consumem foi produzida a partir de uma determinada fonte ou tecnologia.</p>
<p>“Os <strong>comercializadores de energia elétrica que pretendam tornar mais verdes as suas ofertas comerciais,</strong> e que até agora o faziam através da utilização de garantias de origem importadas de outros países, poderão a partir de agora fazê-lo com <strong>garantias de origem made in Portugal</strong>. Para isso, terão que se registar no Sistema da Entidade Emissora de Garantias de Origem (<a href="https://www.ren.pt/pt-PT/o_que_fazemos/eego">EEGO</a>)”, informou a <a href="https://www.ren.pt/">REN</a> no mesmo comunicado.</p>
<p>Quase dez anos depois de ter sido publicada uma lei para implementar em Portugal um sistema de Certificação de Garantias de Origem da produção eletricidade com origem em fontes de energia renovável, em dezembro de 2010 (alterada depois em 2013, 2015 e 2018), foi preciso chegar a 2020 para esse mesmo mecanismo de emissão e gestão de garantias de origem da energia verde produzida no país arrancar finalmente.<strong> Cabe agora à REN assumir o papel de Entidade Emissora de Garantias de Origem (<a href="https://www.ren.pt/pt-PT/o_que_fazemos/eego">EEGO</a>) responsável pela implementação e gestão do sistema de emissão de garantias de origem:</strong> registo das empresa, emissão, transferência e cancelamento eletrónico destes certificados.</p>
<p>De acordo com a empresa, existem atualmente dois tipos de garantias de origem: “Para a energia elétrica e térmica produzida a partir de fontes de energia renováveis, que se destinam a informar o consumidor sobre a origem da energia consumida e cujo objetivo é promoção da utilização de fontes de energia renováveis; e para a cogeração em regime de elevada eficiência, cujo objetivo é promoção da cogeração no mercado interno de energia e se destinam a comprovar as poupanças de energia primária que permitem o acesso a regimes remuneratórios bonificados”.</p>
<p>A <a href="https://www.ren.pt/">REN</a> iniciou a sua atividade como <a href="https://www.ren.pt/pt-PT/o_que_fazemos/eego">EEGO</a> em março de 2020, estando agora a decorrer o p<strong>eríodo transitório para a inscrição dos produtores de energia e das respetivas instalações de produção no Sistema da EEGO</strong>, nomeadamente o registo de instalações de produção de eletricidade a partir de fontes de energia renováveis e instalações de cogeração em regimes de operação eficiente e de elevada eficiência.</p>
<p>Para aderirem, <strong>as empresas de energia terão de pagar à cabeça 1000 euros</strong> por esse mesmo registo. Depois disso,<strong> a emissão das garantias de origem e certificados de origem custará 0,037 euros por MWh</strong>. Já os serviços de fiscalização e auditoria (por instalação de produção) custam 250 euros, valor que acresce ao valor cobrado pelo auditor externo.</p>
<p>“Em Espanha, por exemplo, as Garantias de Origem da produção renovável são valorizadas a preços médios em torno de 0,5€/MWh, enquanto na Holanda são adquiridas a cerca de 1,5€/MWh”, valores mais elevados do que os aprovados pelo Governo para Portugal, de acordo com a opinião de José Medeiros Pinto, senior advisor na <a href="https://www.apren.pt/">APREN</a> – Associação Portuguesa de Energias Renováveis, publicada no Capital Verde.</p>
<p>Até agora, para terem as suas ofertas de energia verde classificadas como eletricidade 100% renovável pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (<a href="https://www.erse.pt/">ERSE</a>), e no respetivo simulador de preços do regulador, as comercializadoras tinham obrigatoriamente de comprar certificados de garantia de origem de outros países europeus, como Espanha, por exemplo.</p>
<p><strong><a href="https://www.edp.pt/">EDP</a>, <a href="https://www.iberdrola.pt/">Iberdrola</a> e <a href="https://desconto.goldenergy.pt/">Goldenergy</a></strong> — as três empresas pioneiras no mercado português com tarifários para energia elétrica provenientes de fontes não poluentes — todas admitiram já recorrer ao estrangeiro para certificar as suas ofertas. Mais recentemente, uma quarta comercializadora, a <strong><a href="https://www.muon.pt/">Muon Electric</a>, juntou-se ao lote das elétricas que vendem energia verde por cá.</strong></p>
<p>Diz a <a href="https://www.erse.pt/">ERSE</a> que só a certificação de origem e a apresentação dos respetivos certificados verdes garante ao consumidor que a eletricidade consumida foi injetada na rede por produtores que utilizaram fontes de energia renovável. Na prática, <strong>os comercializadores com ofertas comerciais de energia 100% verde adquirem a eletricidade que fornecem aos seus clientes através de contratos com produtores renováveis (mini-hídrica, eólica, solar), podendo depois apresentar os documentos que garantem essas mesmas fontes de energia.</strong></p>
<p> </p>
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<p>Fonte: <a href="https://eco.sapo.pt/">https://eco.sapo.pt/</a></p>
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<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://eneo.pt/2020/07/06/ren-ja-emite-garantias-de-origem-made-in-portugal-para-a-energia-verde/">REN já emite garantias de origem “made in Portugal” para a energia verde</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://eneo.pt">Eneo</a>.</p>
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		<title>Certificado energético pode valer mais 10% no valor da casa</title>
		<link>https://eneo.pt/2020/06/25/certificado-energetico-pode-valer-mais-10-no-valor-da-casa-2/</link>
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				<pubDate>Thu, 25 Jun 2020 15:05:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[eneo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Certificação Energética]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>A certificação energética está a crescer em Portugal, diz a Deco e a ADENE. Documento vale benefícios fiscais no IMI e IMT. Os pedidos de certificados energéticos estão a aumentar, diz a Deco, muito à boleia do boom no setor da construção e reabilitação urbana. A ADENE – Agência para a Energia comprova este cenário:</p>
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<p class="je-post-excerpt"><strong>A certificação energética está a crescer em Portugal, diz a Deco e a ADENE. Documento vale benefícios fiscais no IMI e IMT.</strong></p>
<p>Os pedidos de certificados energéticos estão a aumentar, diz a <a href="https://www.deco.proteste.pt/">Deco</a>, muito à boleia do boom no setor da construção e reabilitação urbana. A <a href="https://www.adene.pt/">ADENE</a> – Agência para a Energia comprova este cenário: em 2017 foram emitidos mais de 200 mil certificados por peritos qualificados que resultaram numa redução dos consumos de energia estimada em 73 milhões de euros por ano.</p>
<p>“No primeiro trimestre de 2018, a poupança é já de 20 milhões de euros anuais. Este valor agregado corresponde a evitar 37 vezes o consumo anual de energia do Hospital de Santa Maria, em Lisboa”, garante a <a href="https://www.adene.pt/">ADENE</a>, acrescentando que até março foram emitidos quase 52 mil certificados, um aumento de 8,7% só para a habitação. Este aumento está associado ao crescimento da certificação energética emitida após a conclusão de obras de construção nova (+65,2%) e de reabilitação (+293%).</p>
<p>“As casas portuguesas ainda não são eficientes do ponto de vista energético. Temos esse problema, mas estamos a acordar para as vantagens desta ferramenta. Há uma nova perceção associada à mais-valia de pedir um certificado energético quando alguém quer fazer obras numa casa, por exemplo. Já não é só aquela obrigação [desde 2009] decorrente do arrendamento ou da venda”, avalia Bruno Santos, da<a href="https://www.deco.proteste.pt/"> Deco Proteste</a>, sublinhando que “apenas uma ínfima parte de edifícios do Estado já têm certificação energética”.</p>
<p>A <a href="https://www.adene.pt/">ADENE</a> lançou recentemente a campanha Certificar é Valorizar, para sensibilizar os portugueses para a certificação energética dos edifícios, “um tema ainda desconhecido para muitos”. “Obter o certificado permite identificar as necessidades e medidas a implementar para viver numa casa energeticamente mais eficiente, com o objetivo de, poupando, valorizar também o imóvel”, esclarece Manuel Bóia, administrador da <a href="https://www.adene.pt/">ADENE</a>.</p>
<p>Válido por dez anos, o certificado energético é uma avaliação detalhada do consumo e do desempenho energético de cada imóvel. É um documento em formato digital que avalia a eficiência de um imóvel numa escala de oito classes, em que F é o mínimo e A+ o máximo. Feito o diagnóstico, o certificado propõe medidas personalizadas para reduzir o consumo energético, como por exemplo a instalação de janelas eficientes ou o reforço do isolamento exterior ou interior.</p>
<p>“Em vez de fazermos obras em casa porque nos parece que faz sentido, é melhor pedir a peritos que identifiquem as soluções mais adequadas para cada habitação”, recomenda Bruno Santos. No mercado imobiliário, o certificado energético pode representar um acréscimo médio de até 10% no valor da habitação para as classes A e A+, além de benefícios fiscais no IMI e IMT e acesso a empréstimos para realização de obras com condições mais favoráveis.</p>
<p>Os certificados energéticos são emitidos numa plataforma informática, gerida pela<a href="https://www.adene.pt/"> ADENE</a>, por peritos qualificados – como engenheiros e arquitetos – que tratam do processo de avaliação em alguns dias. Além da taxa a pagar à <a href="https://www.adene.pt/">ADENE</a> (cerca de 50 euros para um T3, por exemplo), o documento custa ainda mais 150 euros, em média. Os preços não são tabelados e podem variar muito. A <a href="https://www.deco.proteste.pt/">Deco</a> recomenda que sejam pedidos vários orçamentos a diferentes peritos.</p>
<p>Para 2019 a <a href="https://www.adene.pt/">ADENE</a> está a planear apresentar nova versão do certificado energético, com um novo layout e informação mais explícita para os consumidores. Em análise está a possibilidade da emissão de certificados com uma identificação gráfica diferente em função dos públicos-alvo e dos imóveis em causa.</p>
<h3><strong>5 passos para obter o certificado energético</strong></h3>
<h4>-Pesquisa de mercado</h4>
<p>Solicite propostas a vários peritos qualificados que atuem na sua zona.</p>
<h4>-Reunir documentos</h4>
<p>Antes da visita do perito, reúna toda a documentação do imóvel.</p>
<h4>-Visita obrigatória</h4>
<p>Facilite o acesso do perito a todos os espaços da sua casa. Esta visita é obrigatória.</p>
<h4>-Tirar dúvidas</h4>
<p>Acompanhe o processo de certificação e avalie, com o perito, as possíveis medidas de melhoria. Esclareça as suas dúvidas.</p>
<h4>-Conferir informação</h4>
<p>Peça uma versão prévia do certificado e confira os dados que constam no documento. Antes da emissão definitiva, o perito poderá entregar-lhe uma cópia sem validade legal.</p>
<p> </p>
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<p>Fonte: <a href="http://www.dinheirovivo.pt">http://www.dinheirovivo.pt</a></p>
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		<title>Casas antigas são maior desafio na eficiência energética</title>
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				<pubDate>Thu, 18 Jun 2020 11:53:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[eneo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Certificação Energética]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Especialistas explicam que Portugal ainda tem muito por onde progredir em termos de eficiência energética, especialmente nos edifícios residenciais mais antigos, e nem todos concordam que os actuais já se encontrem bem preparados e equipados. O segmento da Reabilitação Urbana é considerado o mais “desafiante” para a eficiência energética no setor imobiliário português. “Os edifícios</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<section class="has_ae_slider elementor-element elementor-element-e6ea1ad elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default elementor-section elementor-top-section" data-id="e6ea1ad" data-element_type="section">
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<p class="je-post-excerpt"><strong>Especialistas explicam que Portugal ainda tem muito por onde progredir em termos de eficiência energética, especialmente nos edifícios residenciais mais antigos, e nem todos concordam que os actuais já se encontrem bem preparados e equipados.</strong></p>
<p>O segmento da Reabilitação Urbana é considerado o mais “desafiante” para a eficiência energética no setor imobiliário português. “Os edifícios inseridos em zona histórica têm condicionalismos adicionais. Por exemplo, nem sempre é possível utilizar sistemas de sombreamento nos vãos, ou instalar painéis solares nas coberturas. Para se alcançar uma elevada eficiência energética nos imóveis é necessário que as intervenções sejam intrusivas no edifício”, refere ao Jornal Económico, João Moura Santos, Diretor do departamento de Gestão de Projetos da promotora <a href="https://coporgest.com/">Coporgest</a>.</p>
<p>Opinião partilhada por Mariana Morgado Pedroso, arquiteta da <a href="https://architectyourhome.pt/">Architect Your Home</a>. “Se estivermos a trabalhar num edifício com valor patrimonial, não precisa de ser um palácio basta ser uma casa antiga, onde existem certos elementos que não queremos adulterar, por exemplo, não se vai colocar placas de isolamento térmico numa parede antiga com pinturas. Aqui prevalece o valor patrimonial face à parte térmica”, afirma.</p>
<div class="teads-adCall"> </div>
<p>Por sua vez, Nuno Filipe Garcia, Diretor da empresa de gestão e fiscalização de obras <a href="https://gesconsult.com/">GesConsult</a>, salienta que na reabilitação urbana a “atribuição da classificação energética tem em conta diversos parâmetros, que são avaliados independentemente de ser uma obra nova ou uma reabilitação”, sublinhando que existem “incentivos fiscais a quem comprovadamente melhora em dois níveis a classificação energética do imóvel após a intervenção de reabilitação”.</p>
<p>Sobre os incentivos fiscais, João Moura Santos frisa que “há promotores imobiliários que com o objetivo de reduzir custos, desenvolvem uma intervenção muito superficial nos seus empreendimentos, ficando pela classificação mínima para a obtenção de benefícios fiscais”, o que faz com que seja “impossível generalizar e afirmar que em Reabilitação Urbana os imóveis cumprem as exigências das classificações energéticas mais elevadas”. Joana Lima, responsável pelo segmento de Reabilitação Urbana da promotora <a href="https://www.predibisa.com/">Predibisa</a>, realça que, “atualmente, os promotores sabem que têm que reabilitar com mais qualidade porque há mais concorrência e os clientes são mais informados e exigentes”.</p>
<p>Se a Reabilitação Urbana enfrenta vários desafios, as residências mais modernas em Portugal também, tendo “muito por onde progedir no capitúlo da eficiência energética”, afirma Gilberto Jordan, CEO do <a href="http://www.andrejordangroup.pt/">André Jordan Group</a>. Miguel Garcia, administrador da empresa de construção <a href="https://www.garcia.pt/pt/">Garcia Garcia</a>, partilha desta opinião. “Globalmente, a situação em Portugal tem vindo a melhorar nos últimos anos. Contudo, o caminho a percorrer ainda é longo quando nos comparamos com o centro e norte da Europa”, assumindo não ter dúvidas que “Portugal está a acompanhar as tendências internacionais, e que a aposta em incentivos à sustentabilidade e à promoção da eficiência ganha cada vez maior preponderância”. Nuno Filipe Garcia salienta que “a preocupação com a eficiência energética tem crescido grandemente na última década. A forma como isolamos as nossas casas, os sistemas de climatização que instalamos, a preocupação de poupança e aproveitamento de energia são tudo questões pensadas em qualquer projeto em execução, pelo que, hoje, a grande parte das habitações estão bem equipadas a esse nível”.</p>
<p>Já Mariana Morgado Pedroso tem dois pontos de vista distintos: “a maioria das casas, ou pelo menos aquelas até aos anos 80 e 90, não estão nada bem preparadas. As casas mais recentes sim, até porque existe um regulamento sobre esse tema que é necessário cumprir com um nível de eficiência energética mínimo para se passar no licenciamento da casa. Hoje em dia, a maioria das casas estão protegidas ou são minimamente eficientes a nível energético”, o problema, para a arquiteta, está no facto de Portugal ter “um parque edificado muito antigo, portanto não se pode afirmar que as casas tenham eficiência energética em Portugal”.</p>
<p>João Moura dos Santos, por seu lado, frisa que “que a maioria não dá garantias”, apontando três lacunas: “a ideia generalizada que o clima é ameno em todo o país e durante todo o ano, e que por isso não vale a pena investir em isolamentos térmicos na construção; a qualidade construtiva muito baixa, quer ao nível de materiais e equipamentos, quer ao nível de soluções aplicadas; e a falta de manutenção e intervenções em edifícios envelhecidos que levam à sua degradação”.</p>
<p>Questionados sobre as dificuldades de obter uma certificação energética, Miguel Garcia refere que “fácil não será e ainda bem que assim é”, já que “é necessário cumprir com uma série de critérios rigorosos, que garantem a eficiência energética dos edifícios”.</p>
<p>Gilberto Jordan sublinha que “é mais difícil porque é uma melhoria contínua. Os padrões e a exigência vão subindo. É preciso ter muito conhecimento técnico para analisar os prós e os contras. Funciona como um trapézio, tiramos de um lado, colocamos no outro, é preciso fazer contas e vermos o nível que se quer atingir”, conclui.</p>
<p> </p>
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<p>Fonte <a href="https://jornaleconomico.sapo.pt/">https://jornaleconomico.sapo.pt/</a></p>
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		<title>Certificado energético: o que é, onde pedir e quanto custa</title>
		<link>https://eneo.pt/2020/06/04/certificado-energetico-o-que-e-onde-pedir-e-quanto-custa/</link>
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				<pubDate>Thu, 04 Jun 2020 16:13:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[eneo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Certificação Energética]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Quem publicitar a venda ou o arrendamento de uma casa sem certificado de eficiência energética está sujeito a uma multa entre 250 e 3740 euros. Nos imóveis de empresas, a multa varia entre 2500 a 44 890 euros. Início O certificado energético é obrigatório em edifícios novos e antigos a partir do momento em que são colocados no mercado para venda ou arrendamento, pelos</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<section class="has_ae_slider elementor-element elementor-element-e6ea1ad elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default elementor-section elementor-top-section" data-id="e6ea1ad" data-element_type="section">
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<p style="text-align: left;"><strong>Quem publicitar a venda ou o arrendamento de uma casa sem certificado de eficiência energética está sujeito a uma multa entre 250 e 3740 euros. Nos imóveis de empresas, a multa varia entre 2500 a 44 890 euros.</strong></p>
<h2>Início</h2>
<p style="text-align: left;">O <strong>certificado energético</strong> é obrigatório em <strong>edifícios novos </strong>e <strong>antigos </strong>a partir do momento em que são colocados no mercado para <strong>venda </strong>ou <strong>arrendamento</strong>, pelos proprietários ou pelos mediadores imobiliários. O documento tem de ser apresentado quando é assinado o contrato de compra e venda, locação financeira ou arrendamento. Também os edifícios que sejam alvo de intervenções superiores a 25% do seu valor são obrigados a solicitar a <strong>emissão do certificado energético</strong>.</p>
<h2>O que é o certificado?</h2>
<p>É um documento que avalia a <strong>eficácia energética de um imóvel</strong> numa escala de A+ (muito eficiente) a F (pouco eficiente), emitido por técnicos autorizados pela Agência para a Energia <a href="https://www.sce.pt/pesquisa-de-tecnicos/">(ADENE).</a> Contém informação sobre as características de consumo energético relativas a climatização e águas quentes sanitárias. Indica medidas de melhoria para reduzir o consumo, como a instalação de vidros duplos ou o reforço do isolamento, entre outras. O documento é válido por 10 anos para edifícios de habitação e pequenos edifícios de comércio e serviços. No caso de grandes edifícios de comércio e serviços, o prazo é de:</p>
<ul>
<li>6 anos, para certificados SCE emitidos até 30 de abril de 2015;</li>
<li>8 anos, para certificados SCE emitidos após 30 de abril de 2015.</li>
</ul>
<h2>O que determina a classe energética? </h2>
<p style="text-align: left;">A localização do imóvel, o ano de construção, se se trata de um prédio ou de uma moradia, o piso e a área, assim como a constituição das suas envolventes (paredes, coberturas, pavimentos e envidraçados). Os equipamentos associados à climatização (ventilação, aquecimento e arrefecimento) e à produção de águas quentes sanitárias também influenciam.</p>
<h2>Como pedir?</h2>
<p>Pesquise por peritos qualificados da sua área de residência em <a href="http://www.adene.pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.adene.pt</a>. Solicite cotações a diferentes peritos, pois <a href="https://www.deco.proteste.pt/dinheiro/comprar-vender-casa/noticias/certificados-energeticos-com-muitas-falhas">o preço pode variar</a> consoante o técnico, o tipo de imóvel e a localização. Avance com o pedido de certificação quando reunir a documentação necessária. Após o levantamento efetuado na visita ao imóvel, o perito faz os cálculos que vai introduzir no <strong>Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios</strong>. Peça para consultar uma versão prévia antes da emissão do certificado.</p>
<h2>Quanto custa?</h2>
<p>As taxas de registo e emissão do certificado para uma habitação variam entre € 28 (T0 e T1) a € 65 (T6 ou superior), mais IVA. No caso de edifícios de comércio e serviços, oscilam entre € 135 (área útil até 250 m<sup>2</sup>) e € 950 (superior a 5000 m<sup>2</sup>), mais IVA. A este valor acresce o preço do serviço cobrado pelo perito, que não está tabelado. Convém comparar honorários. </p>
<p>Pode ficar isento das taxas, caso o edifício já apresente um <strong>certificado energético</strong> e as medidas indicadas no mesmo tenham sido implementadas. Para tal, deve reunir três condições:</p>
<ul>
<li>o certificado original ter menos de 10 anos (prazo de validade);</li>
<li>as medidas conduzirem à melhoria da classe energética;</li>
<li>após a sua implementação, o edifício obter, no mínimo, B-.</li>
</ul>
<h2>Que documentos são necessários?</h2>
<p>Cópias da planta do imóvel, caderneta predial urbana (imprima a partir do Portal das Finanças), certidão de registo na conservatória e ficha técnica da habitação (ou outros documentos com especificações técnicas dos materiais e sistemas de climatização e produção de água quente utilizados).</p>
<h2>Qual o valor das multas?</h2>
<p>Os particulares em incumprimento sujeitam-se a uma multa de 250 e 3740 euros. Já as empresas poderão pagar entre 2500 e 44 890 euros.</p>
<p> </p>
</div>
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<p>Fonte <a href="https://www.deco.proteste.pt/">https://www.deco.proteste.pt/</a></p>
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<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://eneo.pt/2020/06/04/certificado-energetico-o-que-e-onde-pedir-e-quanto-custa/">Certificado energético: o que é, onde pedir e quanto custa</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://eneo.pt">Eneo</a>.</p>
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		<title>“Casa Eficiente 2020” prevê janelas eficientes CLASSE+</title>
		<link>https://eneo.pt/2018/06/22/casa-eficiente-2020-janelas-eficientes-classe/</link>
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				<pubDate>Fri, 22 Jun 2018 15:39:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[goweb]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Certificação Energética]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>O Programa “Casa Eficiente 2020” disponibiliza 200 milhões de euros de incentivo para obras na habitação particular para melhorar a eficiência energética, sendo que as janelas eficientes CLASSE+ estão incluídas nas tipologias de intervenção previstas. &#160; Este programa, já disponível, visa conceder empréstimos em condições favoráveis a proprietários privados de edifícios ou frações autónomas e</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://eneo.pt/2018/06/22/casa-eficiente-2020-janelas-eficientes-classe/">“Casa Eficiente 2020” prevê janelas eficientes CLASSE+</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://eneo.pt">Eneo</a>.</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<section class="has_ae_slider elementor-element elementor-element-e6ea1ad elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default elementor-section elementor-top-section" data-id="e6ea1ad" data-element_type="section">
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<p class="ae-element-post-title" style="text-align: left;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>O Programa “Casa Eficiente 2020” disponibiliza 200 milhões de euros de incentivo para obras na habitação particular para melhorar a eficiência energética, sendo que as janelas eficientes CLASSE+ estão incluídas nas tipologias de intervenção previstas.</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Este programa, já disponível, visa conceder empréstimos em condições favoráveis a proprietários privados de edifícios ou frações autónomas e o pedido de financiamento é tratado diretamente com os bancos aderentes ao programa, de forma simples e ágil.</p>
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<p>Consulte <a href="http://www.casaeficiente2020.pt/">www.casaeficiente2020.pt</a> para saber mais detalhes sobre o Programa “Casa Eficiente 2020”.</p>
<p>Veja também este <a href="http://www.jornaldenegocios.pt/negocios-iniciativas/negocios-num-minuto/detalhe/eficiencia-energetica-como-vao-funcionar-os-emprestimos-para-obras-em-casa" target="_blank" rel="noopener">vídeo</a>, do jornal de negócios, sobre a apresentação do programa.</p>
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<p>A <strong>etiqueta energética CLASSE+ é uma exigência técnica do Programa para as janelas a instalar</strong>, que deverão ter classificação “B” ou superior. As janelas também deverão ser instaladas por técnicos com certificado CERTIF de “Instalador de Janelas Eficientes CLASSE+”. A <a href="https://casaeficiente2020.pt/media/1203/6b.pdf" target="_blank" rel="noopener">ficha técnica</a> do Programa relativa “Intervenções na envolvente envidraçada do edifício” <a href="https://casaeficiente2020.pt/faqs/" target="_blank" rel="noopener">identificam essas exigências e recomendações</a>.</p>
<p><iframe width="1120" height="630" src="https://www.youtube.com/embed/1p-KZwJKaBg?feature=oembed&#038;enablejsapi=1&#038;origin=https://eneo.pt" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe></p>
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<p>Se é <strong>particular</strong> e quer beneficiar do apoio do “Casa Eficiente 2020” para a substituição de janelas, siga os <a href="https://casaeficiente2020.pt/processo-de-candidatura/" target="_blank" rel="noopener">procedimentos indicados</a>  no website do programa e não esqueça de, no pedido de propostas às empresas, exigir a etiqueta energética CLASSE+.</p>
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<p>Em concreto, poderá incluir no seu pedido de proposta/orçamento algo semelhante:</p>
<p>“<em>A proposta deverá incluir a simulação da etiqueta energética CLASSE+ obtida junto da ADENE – Agência para a Energia para cada janela proposta. Em caso de adjudicação, a documentação técnica da obra deve incluir a etiqueta energética CLASSE+ definitiva, verificável através do website <a href="http://www.classemais.pt/">www.classemais.pt</a></em>”.</p>
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<p>Se é <strong>empresa fabricante</strong> se janelas deve assegurar que, para além de estar inscrita no <a href="https://casaeficiente2020.pt/diretorio-de-empresas/" target="_blank" rel="noopener">Diretório de Empresas</a>  do Programa Casa Eficiente 2020, procede também à adesão ao <a href="https://www.classemais.pt/pt-PT/Entidades/Paginas/termoseadesoes.aspx" target="_blank" rel="noopener">Sistema de Etiquetagem CLASSE+</a>, para que possam emitir as etiquetas exigidas pelo Programa.</p>
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<p>Se é uma <strong>entidade empenhada</strong> na promoção da eficiência energética, pode juntar-se à <a href="https://www.classemais.pt/pt-PT/Paginas/Parceiros.aspx" target="_blank" rel="noopener">Rede de Parceiros CLASSE+</a> e beneficiar da distinção e das vantagens de integrar esta rede.</p>
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<p>Para mais informações, pode contactar a ADENE através de <a href="mailto:classemais@adene.pt">e-mail</a> ou pelo telefone 214 712 800.</p>
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<p>Fonte https://www.adene.pt</p>
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<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://eneo.pt/2018/06/22/casa-eficiente-2020-janelas-eficientes-classe/">“Casa Eficiente 2020” prevê janelas eficientes CLASSE+</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://eneo.pt">Eneo</a>.</p>
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		<title>Certificado energético pode valer mais 10% no valor da casa</title>
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				<pubDate>Wed, 06 Jun 2018 00:23:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[goweb]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Certificação Energética]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>A certificação energética está a crescer em Portugal, diz a Deco e a ADENE. Documento vale benefícios fiscais no IMI e IMT. Os pedidos de certificados energéticos estão a aumentar, diz a Deco, muito à boleia do boom no setor da construção e reabilitação urbana. A ADENE – Agência para a Energia comprova este cenário:</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<section class="has_ae_slider elementor-element elementor-element-e6ea1ad elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default elementor-section elementor-top-section" data-id="e6ea1ad" data-element_type="section">
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<p style="text-align: left;"><strong>A certificação energética está a crescer em Portugal, diz a <a href="https://www.deco.proteste.pt/">Deco</a> e a <a href="https://www.adene.pt/">ADENE</a>. Documento vale benefícios fiscais no IMI e IMT.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Os pedidos de certificados energéticos estão a aumentar, diz a Deco, muito à boleia do boom no setor da construção e reabilitação urbana. A ADENE – Agência para a Energia comprova este cenário: em 2017 foram emitidos mais de 200 mil certificados por <a href="https://www.sce.pt/pesquisa-de-tecnicos/">peritos qualificados</a> que resultaram numa redução dos consumos de energia estimada em 73 milhões de euros por ano. “No primeiro trimestre de 2018, a poupança é já de 20 milhões de euros anuais. Este valor agregado corresponde a evitar 37 vezes o consumo anual de energia do Hospital de Santa Maria, em Lisboa”, garante a ADENE, acrescentando que até março foram emitidos quase 52 mil certificados, um aumento de 8,7% só para a habitação. Este aumento está associado ao crescimento da certificação energética emitida após a conclusão de obras de construção nova (+65,2%) e de reabilitação (+293%).</p>
<p style="text-align: left;">“As casas portuguesas ainda não são eficientes do ponto de vista energético. Temos esse problema, mas estamos a acordar para as vantagens desta ferramenta. Há uma nova perceção associada à mais-valia de pedir um certificado energético quando alguém quer fazer obras numa casa, por exemplo. Já não é só aquela obrigação [desde 2009] decorrente do arrendamento ou da venda”, avalia Bruno Santos, da Deco Proteste, sublinhando que “apenas uma ínfima parte de edifícios do Estado já têm certificação energética”. A ADENE lançou recentemente a campanha <a href="https://eneo.pt/2018/04/11/adene-lanca-campanha-certificar-e-valorizar/">Certificar é Valorizar</a>, para sensibilizar os portugueses para a certificação energética dos edifícios, “um tema ainda desconhecido para muitos”. “Obter o certificado permite identificar as necessidades e medidas a implementar para viver numa casa energeticamente mais eficiente, com o objetivo de, poupando, valorizar também o imóvel”, esclarece Manuel Bóia, administrador da ADENE. Válido por dez anos, o certificado energético é uma avaliação detalhada do consumo e do desempenho energético de cada imóvel. É um documento em formato digital que avalia a eficiência de um imóvel numa escala de oito classes, em que F é o mínimo e A+ o máximo. Feito o diagnóstico, o certificado propõe medidas personalizadas para reduzir o consumo energético, como por exemplo a instalação de janelas eficientes ou o reforço do isolamento exterior ou interior. “Em vez de fazermos obras em casa porque nos parece que faz sentido, é melhor pedir a peritos que identifiquem as soluções mais adequadas para cada habitação”, recomenda Bruno Santos. No mercado imobiliário, o certificado energético pode representar um acréscimo médio de até 10% no valor da habitação para as classes A e A+, além de benefícios fiscais no IMI e IMT e acesso a empréstimos para realização de obras com condições mais favoráveis. Os certificados energéticos são emitidos numa plataforma informática, gerida pela ADENE, por peritos qualificados – como engenheiros e arquitetos – que tratam do processo de avaliação em alguns dias. Além da taxa a pagar à ADENE (cerca de 50 euros para um T3, por exemplo), o documento custa ainda mais 150 euros, em média. Os preços não são tabelados e podem variar muito. A Deco recomenda que sejam pedidos vários orçamentos a diferentes peritos. Para 2019 a ADENE está a planear apresentar nova versão do certificado energético, com um novo layout e informação mais explícita para os consumidores. Em análise está a possibilidade da emissão de certificados com uma identificação gráfica diferente em função dos públicos-alvo e dos imóveis em causa.</p>
<h2 style="text-align: left;"><strong>5 passos para obter o certificado energético</strong> &#8211;</h2>
<h3 style="text-align: left;"><strong>Pesquisa de mercado</strong></h3>
<p style="text-align: left;">Solicite propostas a vários peritos qualificados que atuem na sua zona. &#8211;</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Reunir documentos</strong> Antes da visita do perito, reúna toda a documentação do imóvel.</p>
<h3 style="text-align: left;"><strong>Visita obrigatória</strong></h3>
<p style="text-align: left;">Facilite o acesso do perito a todos os espaços da sua casa. Esta visita é obrigatória.</p>
<h3 style="text-align: left;"><strong>Tirar dúvidas</strong></h3>
<p style="text-align: left;">Acompanhe o processo de certificação e avalie, com o perito, as possíveis medidas de melhoria.Esclareça as suas dúvidas.</p>
<h3 style="text-align: left;"><strong>Conferir informação</strong></h3>
<p style="text-align: left;">Peça uma versão prévia do certificado e confira os dados que constam no documento. Antes da emissão definitiva, o perito poderá entregar-lhe uma cópia sem validade legal.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Fonte https://www.dinheirovivo.pt</p>
</div>
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<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://eneo.pt/2018/06/06/certificado-energetico-pode-valer-mais-10-no-valor-da-casa/">Certificado energético pode valer mais 10% no valor da casa</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://eneo.pt">Eneo</a>.</p>
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		<item>
		<title>ADENE lança campanha Certificar é Valorizar</title>
		<link>https://eneo.pt/2018/04/11/adene-lanca-campanha-certificar-e-valorizar/</link>
				<comments>https://eneo.pt/2018/04/11/adene-lanca-campanha-certificar-e-valorizar/#respond</comments>
				<pubDate>Wed, 11 Apr 2018 23:56:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[goweb]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Certificação Energética]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://eneo.pt/?p=2195</guid>
				<description><![CDATA[<p>Manuel Bóia, Administrador da ADENE afirma: “Queremos lembrar os portugueses que o certificado energético é o primeiro passo para a reabilitação energética de uma casa, o que terá implicações diretas no conforto, na saúde e, claro, nos gastos, através de uma redução nos consumos. Obter o certificado permite identificar as necessidades e medidas a implementar</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://eneo.pt/2018/04/11/adene-lanca-campanha-certificar-e-valorizar/">ADENE lança campanha Certificar é Valorizar</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://eneo.pt">Eneo</a>.</p>
]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<section class="has_ae_slider elementor-element elementor-element-e6ea1ad elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default elementor-section elementor-top-section" data-id="e6ea1ad" data-element_type="section">
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<p><strong>Manuel Bóia, Administrador da <a href="https://www.adene.pt/campanha-certificar-e-valorizar/">ADENE</a> afirma: “Queremos lembrar os portugueses que o certificado energético é o primeiro passo para a reabilitação energética de uma casa, o que terá implicações diretas no conforto, na saúde e, claro, nos gastos, através de uma redução nos consumos. Obter o certificado permite identificar as necessidades e medidas a implementar para viver numa casa energeticamente mais eficiente, com o objetivo de, poupando, valorizar também o imóvel.”</strong></p>
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<p>O certificado é um documento em formato digital que avalia a eficiência energética de um imóvel numa escala pré-definida de 8 classes, em que F é muito pouco eficiente e A+ é muito eficiente. O documento contém informação sobre as características de uma casa: isolamentos janelas, ventilação, climatização e produção de águas quentes sanitárias e o seu efeito no consumo de energia.</p>
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<p>O propósito do Certificado Energético é diagnosticar de forma detalhada o consumo e o desempenho energético de cada imóvel. Nesta avaliação são também detetadas medidas personalizadas que podem ser efetuadas para reduzir o consumo, melhorar o conforto e a saúde. Por exemplo, a instalação de janelas eficientes CLASSE+ ou o reforço do isolamento exterior ou interior, entre outras.</p>
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<p>Os certificados energéticos são emitidos em plataforma informática, gerida pela ADENE, por profissionais independentes qualificados para o efeito e inscritos nas respetivas Ordens profissionais – <a href="http://www.ordemengenheiros.pt/pt/">Engenheiros</a>, <a href="https://www.oet.pt">Engenheiros Técnicos</a> e<a href="https://www.oet.pt"> Arquitetos</a>. Os chamados “<a href="https://www.sce.pt/pesquisa-de-tecnicos/">Peritos Qualificados</a>” tratam do processo de avaliação em alguns dias.</p>
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<p>A certificação energética é um investimento para a qualidade de vida de qualquer cidadão. Para que possa valorizar a sua casa em termos de otimização do conforto, da sustentabilidade e das poupanças obtidas. Esta sensibilização é o objetivo desta campanha.</p>
<p>Fonte www.adene.pt/</p>
<p><iframe title="Certificar é Valorizar - spot 30s" width="1120" height="630" src="https://www.youtube.com/embed/oB7U3xeLYAM?feature=oembed&#038;enablejsapi=1&#038;origin=https://eneo.pt" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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<p>&nbsp;</p>
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<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://eneo.pt/2018/04/11/adene-lanca-campanha-certificar-e-valorizar/">ADENE lança campanha Certificar é Valorizar</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://eneo.pt">Eneo</a>.</p>
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		<title>Corrida à compra de casa duplica pedidos de certificação energética</title>
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				<pubDate>Wed, 14 Mar 2018 11:50:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[goweb]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Certificação Energética]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Entre 2015 e 2017 os certificados emitidos pela Agência para a Energia para habitação dispararam. Reabilitação urbana cresce a um ritmo mais elevado do que a construção nova e é o grande motor do setor &#160; O número de certificados energéticos na habitação tem crescido fortemente nos últimos anos, à boleia da forte procura do</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<h2 class="text_about">
<p class="t-article-content-intro-1 selectionShareable"><b>Entre 2015 e 2017 os certificados emitidos pela Agência para a Energia para habitação dispararam. Reabilitação urbana cresce a um ritmo mais elevado do que a construção nova e é o grande motor do setor</b></p>
</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p class="selectionShareable">O número de certificados energéticos na habitação tem crescido fortemente nos últimos anos, à boleia da forte procura do mercado imobiliário e de preços elevados que &#8220;convidam&#8221; os proprietários a vender. Só no ano passado, a Agência para a Energia (ADENE) emitiu 30 146 certificações no âmbito de construção nova ou requalificação, mais 16 588 do que em 2015. O volume de pedidos por reabilitação urbana mais do que triplicou nestes dois anos.</p>
<p class="selectionShareable">Desde 2009 que os certificados são obrigatórios para a celebração de um contrato de compra e venda &#8211; para casas usadas e novas &#8211; ou para o arrendamento de um imóvel. Mais de cinco milhões de casas ainda não têm este documento. No entanto, com a procura imobiliária a crescer a um ritmo apenas semelhante ao de 2008, o número de pedidos ganhou novo impulso. &#8220;Assistimos nos últimos três anos a uma dinâmica sustentada quer em grandes intervenções quer na criação de novo edificado em Portugal&#8221;, explica Manuel Bóia, administrador da Agência para a Energia, a entidade que nos últimos dez anos fez sair cerca de 1,4 milhões de selos energéticos.</p>
<p class="selectionShareable">Em 2015, esta entidade emitiu 13 558 certificados, um número que subiu para pouco mais de 20 mil em 2016. No ano passado, entre imobiliário novo e reabilitado, foram atribuídos outros 30 146 documentos (mais 50%).</p>
<p class="selectionShareable">&#8220;Os edifícios novos continuam a predominar face aos edifícios reabilitados. A proporção de crescimento que verificamos em relação à emissão de certificados energéticos para os edifícios novos e o edificado reabilitado tem variado numa proporção de 80% &#8211; 20%&#8221;, refere o administrador da Agência para a Energia, numa análise aos últimos dois anos.</p>
<p class="selectionShareable">Isto é, os edifícios novos são os que respondem pelo maior número de certificados: em 2016, contaram-se 16 mil certificados para imóveis de nova construção, mais 39% do que um ano antes; e em 2017 criaram-se outros 23 646 (+47,8%).</p>
<p class="selectionShareable">No entanto, são os certificados por reabilitação &#8211; emitidos sempre que um imóvel é alvo de uma intervenção superior a 25% do seu valor &#8211; os que avançam mais rapidamente, atestando o maior dinamismo deste segmento do imobiliário, especialmente nas grandes cidades. Entre 2015 e 2017 mais do que triplicaram.</p>
<p class="selectionShareable">Em 2016, foram emitidos 4062 certificados energéticos, número que traduz um aumento de 97,4%, e em 2017 o número de certificações novas chegou a 6500 casas reabilitadas, mais 60% do que um ano antes.</p>
<p class="selectionShareable">De facto, a reabilitação urbana tem sido a tábua de salvação para o setor da construção. Depois de uma queda abrupta durante os anos da crise, a reabilitação de edifícios, especialmente de Lisboa e Porto, ajudou a criar, em 2017, mais do dobro dos postos de trabalho do ano anterior. Ou seja, o número de trabalhadores passou de seis mil para 15 mil, segundo as contas do Sindicato da Construção.</p>
<p class="selectionShareable">Albano Ribeiro, presidente do sindicato, admite que os últimos meses de recuperação são insuficientes para apagar heranças antigas: há sete anos, com a construção em rutura, mais de 200 mil trabalhadores deixaram o país em busca de emprego e melhores salários. Como &#8220;75% da atividade é trabalho precário&#8221;, a escassez de mão-de-obra ameaça o crescimento.</p>
<p class="selectionShareable">A associação da construção também dá o alerta: faltam 70 mil trabalhadores e é fundamental que se aperte o cerco à regulação onde a clandestinidade ainda impera.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: Diário de Negócios</p>
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